Os dias seguintes à morte de Declan O’Connor foram estranhos. Não havia alívio explosivo, nem uma sensação de vitória grandiosa como nos filmes. Havia apenas um cansaço profundo, misturado com uma paz frágil que eu ainda tinha medo de acreditar que era real.A mansão dos Mikhailov-Brec nunca esteve tão cheia. Faina insistia em manter todos juntos — “ninguém sai sozinho”, repetia ela todos os dias. Hunter, Lennon, Landon, Nathan e Zachary revezavam turnos de vigilância, mesmo que a ameaça principal tivesse sido eliminada. Yakov reduziu ainda mais suas atividades na Bratva, passando a maior parte do tempo em casa com Audreen e os seis filhos. Vasily e Darya vinham quase todos os dias, trazendo comida e companhia.E Killian… Killian estava lá. Sempre.Naquela manhã, eu acordei com o sol entrando pela janela do quarto de hóspedes que agora era nosso. Killian dormia ao meu lado, o braço ferido ainda enfaixado, mas o rosto relaxado pela primeira vez em semanas. Eu fiquei observando-o por um
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