— Eu vou ver a Esther! — Rita não conseguia mais suportar ficar esperando naquela enfermaria.— De jeito nenhum, você é prisioneira e não pode sair do quarto! — Retrucou Durval, em tom firme.— E por que você não vem comigo? — Respondeu ela, irritada. — Olha o meu estado, acha que eu vou conseguir fugir?Para Rita, a teimosia de Durval beirava a insensatez, uma cabeça dura que não entendia o momento.Durval, porém, não cedia.— Sem ordem superior, você não pode dar um passo sequer fora da enfermaria!Vendo que ele não se dobrava nem um pouco, Rita franziu o rosto, seu olhar endureceu.— E se eu te desafiar e for mesmo assim?— Então você...Antes que ele terminasse a frase, Rita, enfurecida, deu um tapa nele, no rosto. Durval ficou pasmo, jamais esperava uma reação tão agressiva. Ele não queria levantar a mão para ela, mas Rita não tinha a menor hesitação em atacá-lo. Durante toda a sua vida, ele já havia enfrentado muitas punições, mas nunca imaginou que um dia seria esbofeteado por u
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