DEZ DIAS 30 HORAS: MISSÃO PARIS

DEZ DIAS 30 HORAS: MISSÃO PARISPT

Léo Pajeú e Léo Bargom  Em andamento
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Resumo
Índice

Um Agente da Interpol, uma missão determinada por seus superiores, apenas "Dez Dias e 30 Horas, para investigar e proteger quatro mulheres, o qual uma delas pode estar com provas, que pode esclarecer o envolvimento de políticos, policiais e autoridades ligados ao judiciário no esquema de corrupção da "Caixa de Pandora". Em um Tour por Paris, Madrid e Portugal em uma missão, o Agente Dante (Dan), terá que desvendar os mistérios, nesse Romance cheio de suspense e mortes, além de encontrar uma "Caixa de Segredos Chinesa" com as possíveis provas.

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DEZ DIAS 30 HORAS
 “Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações terá sido mera coincidência”.  DEZ DIAS 30 HORAS1.ª Edição  PARIS, ADORMECE CASULO,AMANHECE, BORBOLETA,ENCANTA, DEPOIS, INVÓLUCRO PURO,Amanhece, MULTICOR BORBOLETA.                                                         LÉO PAJEÚ Publicado mediante acordo com todos os dire
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PRÓLOGO
  PRÓLOGO CAIXA DE PANDORA: UMA HISTÓRIA QUE NÃO ACABOU             Na mitologia Grega, Pandora foi a primeira mulher que existiu. Pandora não resistiu à curiosidade, abriu a caixa e os males escaparam. .... Por mais depressa que providenciasse fechá-la, restou apenas um único: a esperança. O mito da Caixa de Pandora sugere que, apesar de todos os males e todas as angústias, ao menos podemos nos apegar à esperança, "a última que morre". Faz parte da curiosidade humana querer saber como e por que as coisas acontecem no mundo da maneira como elas ocorrem.           Para isso criou Pandora, a primeira mulher. Antes de enviá-la à terra, entregou-lhe uma caixa, recomendando que ela jamais fosse aberta. Dentro dela, os deuses haviam colocado um arsenal de desgraças para o homem: a discórdia,
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Capítulo I MISSÃO, PARIS...
Capítulo I   MISSÃO, PARIS...             .... Estava terminando minha segunda garrafa de vinho, um vinho vagabundo, mas era do jeito que eu gostava, tinto e suave. Já passava da meia noite, ouvia uns gritos lá fora, na avenida, apesar de estar no décimo andar, parecia uma briga ou um assalto, em Águas Claras, não era comum uma gritaria daquela, nem tão pouco um assalto, mas o tempo tinha mudado e agora a ninguém tinha mais sossego em lugar algum, até minhas missões pareciam mais tranquilas em ralação ao dia a dia das cidades do Distrito Federal.           Pensei em dar uma olhada pela janela, a gritaria já tomava conta de todo o local, mas o celular vibrou e tocou sua musiquinha tradicional do fabricante do aparelho, estava recebendo uma mensagem de voz, e naquela hora poderia ser algo incomum, logo percebi que a mensagem era importante, apesar
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CAPÍTULO II - PRIMEIRO DIA CHEGANDO EM PARIS
CAPÍTULO II - PRIMEIRO DIA   CHEGANDO EM PARIS             Chegando em Lisboa, após quase dez horas de voo, me encaminhei imediatamente para pegar a conexão para Paris, peguei o voo 434 com destino ao aeroporto de Orly. Antes da decolagem do voo, foi informado pela comandante, que toda tripulação era composta por mulheres, nesse momento aconteceu alguma manifestação de alguns homens e mulheres oriundos do Brasil, algumas senhoras da alta sociedade brasiliense fizeram comentários e três ou quatros homens as apoiaram, pareciam não acreditar na capacidade da tripulação e tentaram gerar desconfiança com manifestações sem créditos dos demais passageiros, realmente a maioria não deu atenção e o voo foi tranquilo, no final com uma excelente aterrissagem, o qual a tripulação foi aplaudida.           Desembarquei no aeroporto de Orly, percebi que já tinh
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CAPÍTULO III – SEGUNDO DIA UM PASSEIO CONVENCIONAL
CAPÍTULO III – SEGUNDO DIA   UM PASSEIO CONVENCIONAL             Acordei cedo, sempre faço isso quando tenho compromisso, me antecipo para tudo. O café da manhã é servido em um porão, gostei muito do café da manhã, que é servido em uma espécie de porão/caverna! Com três espaço, não muito grande, mas bem limpo e bem conservado. É servido com muitos produtos naturais, gostei muito do café da manhã do hotel, pelo menos isso, por enquanto.           Aguardei Sarah ansioso, se é que o convite tinha sido sério, ainda pairava muita desconfiança, achava que ela já desconfiava de algo, não acreditava que uma mulher com o estilo dela, estava ali pura e simplesmente tentando esconder ou revelar algo de um sistema tão complexo, como a “Operação Caixa de Pandora”, sem saber de nada ou está bem atenta com quem se aproximasse de si.    &
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CAPÍTULO IV ENTORNO DO DISTRITO FEDERAL – BRASIL
CAPÍTULO IV ENTORNO DO DISTRITO FEDERAL – BRASIL             Um veículo Sienna preto se aproxima da entrada da chácara Perdizes, nas proximidades da cidade do Gama, o portão automático se abre, o veículo chega próxima a garagem da residência, existem dois carros na garagem, uma camionete prata da GM e um veículo de passeio da Volkswagen. Dois homens de estatura média, vestindo jaquetas pretas e calças jeans descem do veículo. Um homem sai da casa e recebe os visitantes:      - Araújo, Cabo velho, quanto tempo, você resolveu sumir daqui, foi para a reserva, aí se mandou, que bom que voltou para nos visitar – Quem é o companheiro aí, eu não lembro ou não conheço – Diz Mourão apertando a mão do amigo de Araújo.      - Esse é um grande amigo Mourão, mas não é daqui ele trabalhava na polícia de Goiás, agora pensa em um parceiro bom, aí não arrega para nada, es
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Capítulo V PELAS RUAS DE PARIS...
Capítulo V PELAS RUAS DE PARIS...             Estava apenas a três quilômetros e meio do Museo de Louvre, mas não dava para chegar lá tão rápido, deveria chamar o amigo desconhecido, o Senegalês. Tinha que percorrer a parte de fora do Museo de Louvre, mais três mulheres iriam percorrer aqueles lugares, minha missão era descobrir, quem eram essas mulheres, o que carregavam e qual delas era o alvo principal, seria a Sarah, tinha pensado nisso, mas não conhecia as outras. Não demorou muito e o Senegalês chegou, esboçava seu sorriso e abria a porta do veículo para deixar entender que era um motorista de aplicativo, apesar do carro não está caracterizado como um.      - Allons où ami – Diz o Senegalês esboçando um sorriso irônico.      - Vamos ali na puta que o pariu, deixa de ser fresco e fala minha língua, sei que sabe, fica dando essa de Francês forçado não
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Capítulo VI UMA NOITE NO RIO SENA
Capítulo VI UMA NOITE NO RIO SENA            O Senegalês estava enganado, depois do sumiço de Sarah pelas ruas de Paris, também fiquei desconfiado, mas quando a noite parecia chegar, ela também chegou, e como uma pessoa que cumpre seus compromissos, pediu que a aguardasse mais um pouco, pois iria se arrumar, depois do susto, já podia ficar bem tranquilo agora, esperar mais um pouco não iria me fazer nenhum mal, minha rotina e minha experiência, esperar, ter paciência era comum. A espera valeu apenas, depois de algum momento a borboleta saiu de seu casulo, era tão linda, as luzes de Paris iriam ganhar uma luz mais brilhante, mais bela nessa noite, falei que iria chamar um taxi, um Uber, mas fui contido, a ideia era usar o transporte público e andar pelas ruas de Paris como se isso fosse uma coisa casual, então não podia questionar a vontade da bela borboleta que queria bater assas pela cidade.   &n
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Capitulo VII DF, CIDADE DO GUARÁ – Brasil A ELIMINAÇÃO
Capitulo VII DISTRITO FEDERAL, CIDADE DO GUARÁ – Brasil   A ELIMINAÇÃO             Na QE 28 da cidade do Guará II, um veículo C3 prata ronda pela rua, meia noite, ainda não chama atenção, nesse horário ainda circula alguns veículos pelas quadras locais. Quatro horas da manhã o telefone de Sarah começa a vibrar em sua bolsa, a luz e a vibração não chama atenção, então ele toca até a ligação cair. Eduardo insiste várias vezes, mas Sarah não atende, aí acaba entendendo, que a viagem de sua namorada com as primas, não parece coisa de pacote promocional de viagens, e que se for o que anda pensando, pode estar correndo perigo.           Eduardo recebe uma ligação de um amigo, mas depois de não ser atendido por Sarah, arruma uma desculpa e não vai rolar drogas essa noite. Imediatamente Eduardo começa a arrumar sua pequena comercialização de dro
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CAPÍTULO VIII – TERCEIRO DIA UMA MORTE MISTERIOSA
CAPÍTULO VIII – TERCEIRO DIA   UMA MORTE MISTERIOSA             A luz que entrava pela janela, me incomodava, acordei tentando mês esquivar da claridade, esfregando os olhos com as mãos, mas, parecia entrar por todos cantos do quarto, enquanto tentava ficar sentado na cama, percebi que não estava sozinho no quarto e que não era Sarah, que ainda estava por ali. Ao percorrer o quarto com um olhar mais preciso, percebi que havia três pessoas comigo ali, despertou um alerta, mas ouvi uma voz:      - Bonjour, Police de paris? – Disse uma policial que parecia chefiar os outros ali.      - Bonjour. – Falei timidamente aguardando outra indagação.           Antes que alguém falasse algo, os dois outros policiais vasculhavam a coisas, minha carteira já estava com um deles, que a abriu e pegou minha i
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