Vermelho

Vermelho PT

Franciele Viana  concluído
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10Capítulos
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Resumo
Índice

William Kline passou dez anos no campo de guerra, não é mais o mesmo homem que saiu da Flórida. Ele viu companheiros morrer, filhos chorar a cada ligação que fazia, pais que não aceitavam a morte de seus entes, Kline não deseja mais essa vida ele quer tudo o que não construiu nesses dez anos, ele quer uma família. Anne Peterson viu o seu vizinho partir a dez anos, ela só tinha doze, mesmo assim o seu coração batia forte, e foi partido quando ele foi servir o seu país. Anne o esperou e seu coração batia toda vez que ele vinha visitar seus pais mas nunca teve coragem de se aproximar, quando ele volta Anne vê a sua chance. Ela só não estava preparada para saber o motivo, agora Anne tem pouco tempo pra mostra que o quer e ela vai usar todas as armas disponíveis.

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10 chapters
Capítulo 1
—Eu não vou conseguir major... Dói muito, eu prefiro a morte.—Não repita isso.... Rápido, levem ele. —O sangue de mais um soldado estava impregnando em mim, a cada dia era isso que eu vivia.A guerra está no homem assim como ele está na guerra, quando eu me alistei a dez anos para proteger o meu país eu era um jovem inconsequente. Depois de tudo o que eu vi e vivi, hoje o meu pensamento é outro, eu quero uma família, não que eu não morreria pra defender o meu país, mas eu também quero ter um filho, ter uma mulher em casa.Se isso quer dizer que eu tenho que abandonar, o que eu tanto amo... eu vou!Acordo em um sobressalto, desde que eu fui liberado, o acordo é que eu trabalharei na área burocrática eu não quero largar assim tão fácil, ainda preciso de um tempo.Talvez eu faça segurança
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Capítulo 2
“tum tum tum tum"É assim que bate o meu coração ao vê-lo ele está ainda mais lindo do que a dois anos atrás quando esteve aqui, meu Deus olha só pra ele, tão másculo e... E forte viril.Ele é a personificação de um Deus grego, aliás os deuses do Olimpo não chegam nem aos pés dele, o observo sem que me vejam, o que pra eles passa despercebido a minha mãe e não é tão distraída assim.-Perdeu alguma coisa Anne? -Engulo em seco.-É... Estou preocupada, a carteirinha dá minha liberação de ala pediátrica mamãe. -Fala com a cara mais inocente do mundo, pena que ela me conhece bem demais pra saber que eu estou mentido.-Anne Peterson eu não nasci ontem, você praticamente, agora eu não mocinha. -Reprimo a vontade de revirar os olhos.-Mãe, eu estou atrasada e aqui no topo da escada não é o meu lugar favorito pra se conversar. -Ela concorda e não fala mais nada, mas me olha de esgueira.-Olha lá em mocinha, você ainda vive sobe o teto do seu pai.
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Capítulo 3
Chego no hospital, de São Petersburgo e vou direto para a ala em que sou voluntária, isso me faz tão bem essas criança só precisam de carinho atenção, cuidados e amor. À atenção e o amor eu dou de sobra.Fico a tarde toda no lugar, assim que saio vou direto pra casa, acho esse dia uma pouco com sorte de sobra, bem até o pneu do meu carro furar.-Merda! -Esbravejo, pego o meu celular e chamo um reboque, era só o que me faltava, eu vou chegar em casa tarde, logo hoje que eu tinha a casa só para mim. Meus pais vão em um aniversário de casamento de um colega de trabalho da minha mãe.Eu já estava vendo a minha tarde e noite de beleza indo pelo ralo, mando uma mensagem para a Jessie cancelando a nossa tarde/noite da beleza. Ela responde com uns emoticons tristes. Quase duas horas depois eu chego em casa, dei sorte de pegar um transito miserável, agora estou muito morta, sem exagero!Me jogo no sofá, pego uma taça de vinho da minha mãe e me sirvo até a borda, nada
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Capítulo 4
Quando eu abro os meus olhos a primeira coisa que eu vejo são cortinas e sinto a brisa que passa por elas na janela aberta, me espreguiço parece que eu fui atropela por um caminhão. Verdade eu até fui, só que por um lobo, coro quando penso no que fizemos no sofá dele, o foge me toma, olho por entre as cortinas e percebo que acabou de escurecer. -Acordou. – Me assusto com a voz de Will, procuro por ele e o encontro em uma poltrona do outro lado do quarto.-Eu dormi muito? – Ele nega. -Trouxe um sanduíche e um suco pra você. – Ele fala e aponta para mesa de cabeceira o meu estômago se agita, minha boca se enche de água. Ele me observa comer com as mãos no queixo, me dando uma privilegiada de sua beleza. -Está com fome? -Me pergunta com a voz rouca, olho em sua direção e vejo a malícia em seus olhos. -Eu também estou faminto. -Perco a fome na hora, ele tira a camisa ficando apenas com a calça, mordo os lábios querendo vê-lo totalmente sem roupa. -
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Capítulo 5
Dias depoisMeu pau pulsa na minha calça, vê-la assim tão deliciosa me deixa louco, ele tem uma fome voraz por sexo nem parece que era virgem à apenas uns dias atrás.Ela está com uma camisa minha, essa é a terceira vez que ela vem aqui, não sei o que ela está falando em casa mas essa situação está insuportável. Eu a quero todos os dias, eu a sinto meio melancólica quando eu falo dos meu planos para a futuro. Fico com medo dela não querer nada disso ela e jovem eu sou dez anos mais velho do que ela, qual o jovem que quer isso, se ela não me quiser não sei o que fazer com essa decepção. Foi ela que o meu coração escolheu quando a viu, eu só confundi com o louco tesão.Ela morde uma maçã, até isso a deixa sexy.—O que tanto me olha? —Ela é desconfiada e curiosa
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Capítulo 6
*aceita jantar comigo? *Leio e releio a mensagem várias vezes seguida, ele está mesmo me convidando pra jantar na frente de todos, os meus pais e os pais dele vão ficar sabendo disso. Eu gosto muito do jeito possessivo que o Will dedica a mim em nosso momento íntimo, ali perdemos a cabeça mas eu queria tanto que a maioria das coisas que ele fala “meu amor, meu anjo, minha” fossem usados no dia a dia quando ele fala comigo. Guardo o meu celular depois de enviar um “sim” para ele, que falou que me pega em casa, o meu coração acelera, senhor será que ele... Não, pelo que eu conheci de William Kline esses dias é que quando ele coloca algo em mente fica bem explícito, e comigo ele é muito confuso, e se esse jantar for só pra... Não iria se dar ao trabalho. Jogo os meus medos e desconfiança fora. Volto a minha atenção a pequena Sammy e aos outros, nem vejo a hora passar como em um borrão. Me arrumo para ir embora, saio as presas para me arrumar a tempo, o m
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Capítulo 7
Quando eu convidei Anne para jantar eu estava chegando a frente da sua casa, Trey e Sarah estavam limpando o pequeno jardim da frente, eu os vi assim que saí da casa dos meus pais. Eles acenam e sorri para mim assim que me vê chegar, eu os comprimentos, Sarah com o chapéu pra lhe proteger do sol e Trey sem camisa, eles parecem se divertir ao fazer isso. —Trey, pelo seu olhar eu acho que você já sabe o meu motivo de estar aqui, não é? —Ele se serve da bebida, a qual eu recuso. —Sim Will eu sei o motivo da sua visita! —Ele sorve o líquido. —A minha filha e tudo de mais preciso que eu tenho, não quero que ela sofra como a mãe dela por minha causa. – Alço a sobrancelha, disso eu não sabia. —Isso não vem ao caso agora, mas Sarah me falou que Anne gosta de você desde sempre. —O impacto das palavras dele batem em mim com tudo, como assim desde sempre não tem muito tempo que eu voltei mão tem como? Ou tem? —Quando é esse sempre? —Quando nós
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Capítulo 8
Acordo um tempo depois, um sorriso brilha nos meu lábios Anne ainda dorme profundamente, eu adormeci por cinco minutos, tive pesadelos horríveis, não posso negar dizer que eles não existe só estaria enganando a mim mesmo.Levanto, vou no banheiro do corredor tomar um banho, não quero que Anne acorde e vá até o quarto sem mim, assim se ela ouvir o barulho e para cá que ela vem! Tiro o suor do meu corpo, deixo a água correr por todo o meu corpo, me permito relaxar.Cantarolo uma música de -Kansas- com um sorriso pelo que vai acontecer em breve e com a mulher que descansa no meu sofá. Sinto a sua presença no banheiro e os seus braços me rodeiam, Sorrio eu sabia que ela iria acordar e vir atrás de mim.—Senti a falto do seu corpo assim que você saiu. —Fala beijando o meu ombro, dou risada.—Está assim tão viciada em minha presença?—Estou viciada em tudo major. —Ela fala me deixando com tesão, minha pequena diaba.—Pequena Anne, já quer o meu pa
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Epílogo 1
Observo a minha esposa descansar sobre o sol grego, tão linda e à vontade, Anne tem me deixado louco achei que fosse apenas a loucura do casamento, mas suas constantes mudanças de humor só pioram. Foram longos sete meses até o casamento, mas tudo saio do jeito que ela, minha mãe e a dela queriam. As mulheres quase nos deixaram loucos. Me aproximo pra ter certeza que Anne está dormindo, confirmo! Anne tem dormido muito, as únicas coisas que ela tem feito esses dias, comer, dormir, chorar e abusar de mim. A mulher está tarda, não pode me ver que tira a minha roupa, acorda com o meu pau na boca, me excito só com o pensamento. Alguns dias para o casamento ela estava descontrolada, nos afastarem, Anne invadiu meu apartamento com a chave dele, eu estava dormido e sonhando com ela, acordei sendo chupando, a safada estava em cima de mim como uma esfomeada. Depois me usou como quis e teve a cara de pau de dizer que nunca esteve lá, que ela negaria até a morte. Ligo na
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Epílogo 2
Cinco anos depois Vejo a pequena Elizabeth correr para os braços do pai, toda suja de tinta ela se joga nos braços de Will que finge não aguentar o impacto e rola no chão com ela. -Eu sou forte e o papai não aguenta mais comigo. -Grita orgulhosa pôr o pai não aguentar com ela, nas própria palavras. -Minha pequena Beth está tão forte. -Ela gargalha. -Meu Deus, é tanta bagunça de vocês dois, eu não aguento com isso, esse menino aqui pesa. -Falo e Will me larga a pequena Beth e vem em minha direção, ajoelha aos meus pés e beija a minha barriga. -Meu garotão, vai me ajudar com essas garotas. -Fala ele, e Beth o olha admirada. -Mas tem o Matt papai, o meu namorado. -Ela fala e Will vira a cabeça em 180° para olhá-la. -Quem é Matt Elizabeth? Anne? Por Deus quem é? -Ele me olha vermelho, está em pânico, Beth acha que é brincadeira e ri disso, para o total desespero de Will. -Por Deus Anne, eu não tenho idade, olha os meus cabelos bran
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