Após retirar o plugue e aninhar Guilhermina em meus braços eu pensei que chegara a hora de falarmos sobre o que aconteceu. Sua cabeça descansava sobre o meu peito e o cheiro do seu cabelo tornava difícil não começar tudo de novo e deixar a conversa para depois – Como se sente?
- Honestamente, não tenho ideia. Ainda não estou certa de que todas as partes do meu corpo estão no lugar. – Eu sorri. Esse senso de humor era algo que eu desconhecia nela. Talvez por que estava sempre tensa desde que eu