Mundo ficciónIniciar sesiónÉl estaba convencido que no podría encontrar a su Mate, al menos eso pensaba hasta que lo sucedido en una noche cambia toda su perspectiva. La Diosa Luna se encarga que los destinos entre un lobo y una humana se junten. ¿Será esta una buena decisión?
Leer másPOV Maria Fernanda.
Eu sempre acreditei que o amor verdadeiro fosse silencioso. Não aquele que precisava ser anunciado aos quatro ventos, mas o que se provava nas escolhas difíceis, nos sacrifícios que ninguém via. E exatamente por isso eu nunca exigi nada de Michael. Nunca cobrei promessas, sentimentos ou garantias. Eu apenas estive ali ao lado dele, desde sempre, como sua melhor amiga e admiradora.
Estava no quarto semestre do curso de Enfermagem, graças a um bolsa integral. Uma vitória que não era pequena, considerando de onde eu vinha. Minha mãe havia morrido cedo demais, meu pai ficou devastado desde então e a depressão o consumiu ao ponto de atentar contra a própria vida e ficar com sequelas que o impediam de trabalhar. Tínhamos uma casa que só continuava sendo nossa porque eu me recusava a deixá-la virar estatística de inadimplência.
Durante o dia eu fazia faculdade e estágio. À noite, nos poucos horários vagos, eu era babá. Não por vocação romântica, mas por necessidade financeira. Cuidar de crianças pagava melhor do que muitos subempregos e eu era boa com elas. Boa demais, talvez. Não só com elas, mas com muita gente. Ninguém desconfiava que aquele dinheiro não era só para mim.
Michael cursava Medicina. Ele não foi contemplado com bolsa de estudos e ficou prestes a trancar o curso no último semestre porque o pai havia perdido o emprego e as mensalidades se tornaram impagáveis. Ele nunca soube que fui eu quem pagou, porque fiz isso em forma de doação anônima diretamente para a faculdade. Enfim, a dignidade dele continuava intacta.... às custas da minha exaustão. Mas eu não via problemas quanto a isso. Fazia porque o amava. E não queria que ele se sentisse culpado caso soubesse.
Meu irmão mais novo, William, ajudava como podia. Mas Will, como carinhosamente o chamávamos, sonhava demais. Queria ser estilista, criar, desenhar, viver de arte. Trabalhos fixos nunca duravam. Quando duravam, pagavam pouco. Ele dizia que era temporário e que o dia que virassem um estilista famoso nossa vida mudaria para sempre. Eu acreditava, mas enquanto o “o dia” não chegava, era eu quem segurava o hoje.
Enquanto almoçávamos juntos num restaurante simples perto da faculdade, Michael falava animado sobre o jantar daquela noite, que havia sido planejado especialmente para a volta da minha prima.
— Não acredito que Letícia vai voltar hoje de Paris! Parece que ela ficou fora por décadas! — disse ele, sorrindo.
Fiz uma carranca. Parecia que Letícia ficou fora por dias e não 4 anos. Aliás, o tempo que ela ficou longe passou bem mais tranquilo para mim. Minha prima era bonita, confiante e, diferente de mim, rica. E só de saber que ele foi apaixonado por ela na adolescência já me dava um ciúme bobo. Bobo porque o tempo tinha passado e Michael certamente sabia que Letícia nunca se importou com pessoas como nós.
Michael mexia no celular o tempo todo e olhava o relógio. Fiz uma careta quando percebi que ele estava olhando as redes sociais dela. Letícia, a prima perfeita, sempre o padrão de comparação!
— É, vai ser um evento este jantar! — respondi, entediada.
Foi então que Michael se virou para mim, ficando sério de repente:
— Falando em evento… preciso da sua ajuda para escolher um presente. É uma joia. Um anel, para ser mais específico.
O meu mundo parou naquele momento. Meu coração deu um salto tão alto que quase o escutei.
Sorri por fora enquanto por dentro tudo se reorganizava. Anos de espera, de cuidado silencioso, de amor sem cobrança. Michael finalmente havia entendido que eu o amava e que o casamento, esperado ansiosamente pelas nossas famílias, era inevitável.
O almoço foi rápido. Eu mal senti o gosto da comida. Na joalheria, Michael pedia minha opinião o tempo todo. Por fim, escolheu um anel delicado, mas caro demais para alguém na situação financeira dele. Claro que eu tinha gostado e sinceramente, achei um gesto romântico. Mas eu casaria com ele até se me oferecesse um anel de papel, como fazia quando éramos crianças.
Enquanto Michael falava distraidamente sobre modelos e preços, eu já planejava o que faria depois que ele pedisse a minha mão. Falaria sobre a doação anônima que fiz para a faculdade, explicaria que o emprego de babá que ele tanto reclamava por nos afastar, enfim, tinha um propósito. Tudo foi por ele... sempre.
Assim que saímos da joalheria, mandei mensagem para William:
@Fê: Ele vai me pedir em casamento.
A resposta veio instantânea:
@Will: Finalmente. Já estava na hora.
A tensão no jantar era palpável. Letícia, no centro da mesa, como sempre, chamava a atenção de todos enquanto falava de sua pós-graduação em moda em Paris, com um sotaque afetado que não tinha antes.
Michael, sentado ao lado dela, estava estranhamente silencioso e sério. Mas eu sabia o motivo: ele estava esperando o momento certo. E seria quando Letícia parasse de se exibir. Então ele pararia tudo e faria o pedido.
Ansiedade era o meu nome do meio naquele momento.
Quando a sobremesa foi servida, Michael enfim se levantou, batendo levemente no copo com uma colher. Todos se calaram imediatamente.
— Tenho um anúncio a fazer — disse, visivelmente nervoso.
Quando ele olhou diretamente para mim, com aquele sorriso que me derretia, meu coração acelerou tanto que achei que infartaria ali mesmo. Fiz menção de levantar da cadeira... mas parei com o corpo em transe, sem sentar, nem levantar, enquanto Michael caminhava, dando a volta na mesa e parando atrás da cadeira de Letícia.
Quando ela virou na direção dele, Michael ajoelhou-se:
— Letícia, quer se casar comigo? Eu sou apaixonado por você... e esperei anos para fazer este pedido.
Meu coração ainda batia. Então o mundo não tinha acabado. Apenas ficou silencioso demais.
Aproveitei que a mesa explodiu em aplausos e ninguém notou a minha existência e sentei de novo, atordoada.
Letícia chorou, aceitou, beijou-o de forma que eu pude ver a língua dele na boca dela. Eu fiquei ali, sentada, imóvel, sentindo algo que até então nunca tinha experimentado: humilhação. E sinceramente, era pior que dor.
William foi o primeiro a reagir. Levantou-se do seu lugar e pegou-me pelo braço, obrigando-me a levantar.
— A gente vai embora — disse, sem pedir a minha opinião.
Enquanto eu era conduzida para fora daquela casa, tentando ainda entender que porra estava acontecendo, uma única certeza se formava dentro de mim, pesada e amarga: para Michael eu nunca passei de apoio. A escolha dele já tinha sido feita há muito tempo. Era ela.
Mas jamais passou pela minha cabeça que, ao decidir sair daquele lugar, minha vida tomaria um rumo completamente diferente. E mudaria para sempre.
Me di cuenta que dejé algunos cabos sueltos, así que este será el un adicional y por ende, el último capitulo de este libro. ♡Agradezco su apoyo y me gustaría que comenten su opinión libremente.{...}SAM PATTERSON-¿Puedes creerlo? Es un completo idiota- dice Ross con enojo mientras acaricia el rostro de mi hijo.-No digas malas palabras cuando él esté cerca- la reprendo.-Ya sé- se queja y siga jugando con él en brazos teniendo mucho cuidado.-Ross, Alex no tiene la culpa, tu sabes que tenía que hacerlo, imagínate que ni Matt pudo hacer hacer algo y es el alpha, ahora Alex que es el beta- le digo tratando de que entienda que Alex en verdad no podía lograr nada si se metía.-Pero igual, ¿Y si yo hubiera estado en tu lugar y él el de Mattew?- insistí con esa teoría como si fuera a pasar.-Ross, te aseguro que lo que temes no sucederá, él no lo hubiera permitido y no digo que Matt hubiera logrado algo, pero intento mantenerme lejos de eso con tal de no lastimarme, por favor trata de po
MATTEW JHONS-Si, acaba de pasar-le respondo a Alex con una media sonrisa.-¿Entonces no solo completaste la marca si no que ahora esta en camino el futuro Alpha?- pregunta por el teléfono y puedo escuchar la sorpresa en su tono de voz.-Asi es, asi que apúrate con el beta de mi hijo y arregla todo con Ross de una buena vez- digo en burla- tengo que colgar, el doctor ya está en camino- y antes de que me responda de malhumor, cuelgo.No sería tan difícil hablar con Ross, ¿Por qué tiene que complicar todo?----------------------------Miro con cuidado lo que hace el doctor con ella, sus manos toman el pulso y por varios segundos se queda en esa posición hasta que sus ojos se abren.-¿Has hecho esfuerzo de más estos últimos días?-interroga el doctor hacia Sam, ella lo mira nerviosa y luego me mira a mi como una niña lo cual hace que se me escape una risa que no pasa desapercibido para el doctor que voltea a mirarme con una ceja alzada- Deberían de tener cuidado al tener relaciones sexual
SAM PATTERSONSiento como se hunde en mi de manera brusca, la posesión de sus manos hacia mi cintura hace que me retuerza de placer contenido por querer aún más.-Quiero...- susurra Lia haciendo que mi cuerpo se tense por querer zacear el deseo que carcome la punta de mi lengua.Puedo sentir como Matt agarra mi cabello en un puño haciendo que mi cabeza esté ligeramente para atrás, siento como su boca comienza a rozar todo mi cuello esparciendo besos húmedos hasta ubicarse a un lado de este y comenzar a chupar esa zona hasta que el roce de algo filudo me hace erizar por completo haciendo que aumente el ritmo al hundirme encima de él con más rapidez.El dolor se hace presente cuando siento que eso filudo empieza a adentrarse a la piel desnuda de mi cuello enviando miles de corrientes eléctricas por mi cuerpo de forma placentera y dolorosa. Agarro su cabello y lo abrazo con fuerza al seguir sintiendo como chupa ese lugar y antes de darle oportunidad me escondo lentamente en su cuello.El
MATTEW JHONSMirarla me hacia bien, con solo tenerla cerca podía sentir que seria capaz de hacer cualquier cosa que se me metiera en la cabeza.Duerme tan profundamente que me causa ternura, su boca está un poco abierta mientras pequeños ronquidos se hacen escuchar lo que me hace sonreír. Estoy seguro que no hay mujer más hermosa que ella.-Y pensar que solo querías pasar una noche con una humana cualquiera- fastidia Ian haciendo que ruede los ojos en respuesta.-Y tu no querías ni que la tuviera cerca, no empieces- le comento con burla, pero siento como corta la conexión al mismo tiempo en que lo escucho gruñir lo que me hace sentir ganador por su repentina huida de la conversación.Escucho golpes en la puerta lo que me hace fruncir el ceño por la repentina aparición de alguien a esta hora, creía que todos se habían ido hace mucho. Supongo que me equivoque.Me levanto lentamente tratando de no despertarla, cuando logro mi cometido camino hacia la puerta y la abro, el rostro de Alex a
Sam PattersonSi me hubieran dicho que yo alguna vez iba a ser capaz de matar a alguien, no solo me hubiera reido de la persona que me lo dijera, sino que claramente nunca le hubiera vuelto a hablar por la estupidez que dice.-Sam- escucho que dice alguien a mi lado mientras mis ojos siguen en el cuerpo decapitado debajo mío.Por alguna razón no me arrepiento de lo que hice, pero el sentimiento de culpa por no haberle dado la oportunidad de vivir redimiéndose de lo que hizo, hace que mi cabeza empiece a doler.-Samantha- vuelven a llamar y esta vez hago girar mi cabeza hacia esa persona.Mattew.¿En verdad él vale la pena?Si, lo vale.Pero nunca estuvo en mis planes matar a alguien por él, la sola idea de lo que acaba de pasar solo hace que me sienta peor.-Yo la mate- susurro para mi misma mirando sus ojos que ahora muestran algo de culpa.-Perdóname Sam, nunca debí permitir que pasarás por esto- dice suavemente, pone una tela sobre mi cuerpo tapando por completo mi desnudez.-Sé qu
Mattew JhonsNo.No la quiero aquí.No puedo soportar la idea que Kimberly le haga daño y ni si quiera pude hacer algo por protegerla.-Te daré una muerte lenta y haré que no tengas la oportunidad de reencarnar en otro maldito cuerpo- escupe Kimberly haciendo que la sola idea de lo que dice me alarme - Hoy, serán todos testigos de como destituyo de su titulo de luna a esta humana- añade mientras baja de aquella roca y se va hacia el adentrado bosque, veo como Sam camina detrás de ella y no pierdo la oportunidad para detenerla a tiempo.Cojo su codo con un poco de fuerza y la hago detener el paso para fijar su mirada en mi.-¿Qué haces aquí?- pregunto al borde de la desesperación.-¿Qué que hago aquí?- repite mientras me mira desilusionada- debería preguntarte, ¿Por qué no me lo dijiste antes?.-Está más que claro que no te dije nada porque no quería verte aquí- respondo molesto.-Pues no tenias derecho, debiste decirme o al menos tratar de comunicarte conmigo, ¿Tan fácil es para ti ha
Último capítulo