O som da porta do banheiro batendo ecoou na cabine, deixando Elara e Kael imersos em um silêncio pesado, preenchido apenas pelo choro abafado de João. A intensidade da explosão de seu marido a havia deixado em choque, mas a dor em seu coração era ainda maior. Ela sabia que as palavras de João eram um reflexo de sua própria confusão e medo, não de um ódio genuíno. Kael, ao seu lado, permaneceu em silêncio por um longo momento, seus olhos fixos na porta fechada, processando a complexidade da emoç