Passamos a noite caminhando pela floresta fria e escura, a tocha que eu segurava já havia se apagado há muito tempo. Lizibeth me lançava olhares furtivos a todo instante, enquanto o noturno andava apressado mais a frente. Parei por um instante, meus joelhos doíam. E eu já não podia mais ouvir os gritos há algum tempo.
- por que você parou?
- estou exausta, nós duas estamos.
- não me diga, eu não me importo. Apenas... Andem! - olhei para ela de relance.
- o dia já está nascendo, podemos para