As palavras de Teresa ecoaram na sala como um golpe seco.
“Ele está com a minha filha.”
Aurora sentiu toda a raiva que havia subido em seu peito vacilar.
Teresa estava chorando.
Não com lágrimas calculadas.
Mas com o desespero cru de uma mãe encurralada.
Miguel deu um passo vacilante para trás.
Os olhos marejados.
— Teresa… do que você está falando?
A governanta apertou a bolsa contra o peito como se fosse a única coisa capaz de mantê-la em pé.
As mãos tremiam.
A voz saía entrecortada.
— Há trê