O relógio marcava pouco depois das três da manhã quando Adrian finalmente fechou os olhos.
Aurora dormia sobre seu peito, uma das pernas entrelaçada às dele, os cachos espalhados pelo travesseiro e pela pele nua de seus ombros.
A luz suave da cidade entrava pelas cortinas parcialmente abertas, desenhando sombras prateadas no quarto.
Por fora, tudo parecia calmo.
Por dentro, Adrian estava em guerra.
Ele não conseguiu dormir de verdade.
A mente revisava o plano.
As rotas de entrada.
As saídas pos