O coração de Aurora ainda batia acelerado.
Forte.
Descompassado.
— Tem alguém aqui…
Ela sussurrou, mesmo sabendo que ninguém estava à vista.
Mas estava.
Ela sentia.
Na pele.
No instinto.
No silêncio estranho daquele corredor.
— Eu não estou louca…
Ela deu mais um passo.
Tentando manter a calma.
Mas então—
um barulho atrás.
Rápido.
Pesado.
E antes que pudesse reagir—
uma mão agarrou seu braço com força.
— AH!
Aurora tentou puxar.
Mas o aperto era firme.
Bruto.
— Me solta!
O homem não respondeu.