— Daniela! — Sua voz, começando baixa e crescendo até se tornar um rugido, o rosto ruborizando até virar uma sombra azulada, o pescoço inchando como se fosse explodir, ele segura o pescoço dela. — Você acredita que eu posso te matar agora mesmo?
Daniela responde:
— Eu acredito, mas não tenho medo. — Seu olhar era mais firme e cheio de raiva do que nunca. — Ramon, eu te odeio!
— Você me odeia porque eu acidentalmente encontrei o culpado errado, e você perdeu seu filho? — Ramon não esperou sua