Maxwell se acomodou no sofá de seu apartamento, a tensão palpável no ar. Noah havia chegado bem a tempo para escutar a inquietante conversa que havia tido com o desconhecido. A essa altura a noite avançada havia chegado. Mas ali estava, olhando seu amigo com cara de preocupação.
— Você pode me explicar o que está acontecendo? — ele quis saber, franzindo o cenho.
De modo que Maxwell o olhou.
— Eu recebi uma ligação de um desconhecido que me disse que meu pai provocou o acidente. Eu... não pude perguntar mais a respeito porque ele desligou.
Noah ficou em silêncio uns segundos, processando o que ele estava lhe contando.
— Eu não posso acreditar que alguém tenha te dito isso por telefone — disse Noah, franzindo o cenho enquanto olhava para Maxwell, que seguia ainda aturdido, porque o que mais temeu se tornou realidade.
— Eu sei, é uma loucura — respondeu Maxwell, sua voz trêmula. — Mas o cara parecia sério. Ele falava do meu pai como se fosse um monstro. Além disso, eu também tinha o pres