Os olhares de todos caíram às cartas do banqueiro.
O banqueiro já tinha quinze pontos. Ele pediu carta, obviamente querendo apostar também.
Afinal de contas, as fichas na frente de Durval já eram tantas.
As fichas de outros três jogadores eram de apenas algumas dezenas de milhares, quase insignificantes.
Nesse momento, o banqueiro também foi forçado a pedir cartas, afinal, não querer cartas também seria uma perda, então o banqueiro devia lutar.
A crupiê também era o banqueiro, e ela mesma deu um