Ziola não conseguia conter sua emoção. Parecia-lhe que ela estava vivendo um sonho, e não é de se admirar. Naquele dia, após tantos anos de separação, horas de sofrimento e dor, de saudades, até mesmo de querer morrer por não tê-los ao seu lado, ela os tinha ali, à sua frente, seus três filhos, grandes, lindos, após seis longos anos sem vê-los. Ela cobriu sua boca com a mão, como se pudesse conter a euforia e o dilúvio de emoções que a dominavam.
Então, sem nenhum cuidado no mundo, ela se jog