Cláudio, impotente, baixou as mãos, encostou-se à parede e deslizou para o chão.
Ele sabia muito bem que Isabela estava certa.
Mas a sensação de ressentimento que ele estava segurando explodia de tempos em tempos, deixando-o sem fôlego.
Isabela sentou ao seu lado, acariciando suavemente suas costas para acalmá-lo.
- Acredite em mim, em breve, poderemos vingá-los.
Cláudio cobriu o rosto:
- Isa, eu não posso... Eu não posso ser tão inútil novamente. Quatro anos atrás, não consegui proteger S