Isabela ficou tensa por um momento, tentando empurrar o homem para longe, mas ele parecia ter uma tonelada de peso, impossível de ser movido.
- Gabriel, você está bêbado.
Gabriel de repente a abraçou, levantou a cabeça e esfregou a testa dela com o queixo, para lá e para cá:
- Não estou bêbado, Isabela, estou completamente lúcido.
- Se você estivesse lúcido, não me chamaria de Isabela.
- Isabela.
Gabriel segurou o rosto dela e sorriu:
- Se não devo chamar você de Isabela, como devo chamá-la? Esp