Adir Rashid
Saí da casa de Nayla com a irritação ainda pulsando no peito. As palavras dela ecoavam na minha mente, firmes demais para o meu gosto. Atrevidas. Diretas. Aquela mulher ainda aprenderia que coragem excessiva costuma ter preço. Não naquele momento, mas teria.
Pensei em voltar ao camarote, mas mudei de direção e fui até o bar. Foi então que vi Amir atrás do balcão. Ele também se assustou ao me reconhecer. Aproximou-se com cautela, visivelmente nervoso.
Amir: Como posso ajudar, senhor?