AISHA
Me sentei na cama deixando algumas lágrimas caírem sem nem tentar impedir. Não eram lágrimas de tristeza, eram de raiva. Raiva pura, quente, sufocante. Fashan não tinha o direito de fazer aquilo comigo. Ele simplesmente tirou meu telefone das minhas mãos como se pudesse decidir por mim, como se pudesse escolher o que eu devia ou não fazer. E o pior não era nem isso. O pior era saber que, enquanto eu estava ali presa, a minha família estava em perigo.
Passei as mãos pelo rosto, tentando o