Maia
Depois de tudo o que aconteceu com Ramadan, eu não pensei duas vezes antes de agir, porque já não existia mais espaço dentro de mim para dúvidas, ponderações ou qualquer tipo de arrependimento. O que eu sentia era algo muito mais direto, mais cru, mais urgente, uma necessidade quase física de resolver aquilo com as próprias mãos, de encarar Aisha sem intermediários, sem planos longos, sem estratégia elaborada, apenas eu e ela, frente a frente, como aquilo deveria ter sido desde o início. E