Mundo de ficçãoIniciar sessãoERA novembro. 2003. E chovia. Chovia muito. O cair da chuva fazia parecer que pedras eram lançadas sobre o telhado da casa. Um trovão balançava o céu, iluminando tudo ao redor. A ventania não deixava uma folha seca pairada sobre o chão. E quase nada se ouvia além do som da natureza. Exceto, talvez, o grito de pavor que cortava os meus ouvidos. Você também consegue ouvi-lo?
Marcelo tinha deixado a porta do quarto dos fundos aberta. Mainha tinha saído cedo para o trabalho, eu me lembro