Eliza
André saiu daqui e senti um frio no estômago. Meu maior medo era que ele pudesse agi errado e não cumprir com a sua promessa. Eu precisava conversar e vê o Arthur, nesse momento ele era o único que poderia me ajudar, e que eu tinha certeza que não me julgaria pela decisão que acabei de tomar.
Segundo o médico que me examinou, eu estou grávida, e dentro de mim estava sendo gerado o fruto de um ato covarde, desumano e cruel. Eu sabia que essa criança não tinha culpa de absolutamente nada, m