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GUILHERME
Caramba! Ter Maitê entregue a mim, em meus braços, completamente vulnerável a minha pessoa, a forma que contorcia com meus toques, estar dentro dela, foi coisa de outro mundo, não só ela estava entregue a esse sentimento, eu também estava.
Sentimento esse que só crescia dentro do meu peito agora mesmo que estou ferrado, nunca na minha vida fiz um sexo “baunilha”, mas com ela, tudo é diferente, tento ser uma pessoa melhor por ela e não é sacrifício nenhum, pareço um adolescente descobrindo o amor pela primeira vez.
…
Os raios de sol entravam pela fresta da cortina, senti o calor do seu corpo ao meu, um sorriso involuntário surgiu dos meus lábios, abri lentamente meus olhos, acariciei seu braço e a vi, deitada sobre meu peitoral, uma de suas pernas por cima da minha, seu braço ao redor da minha cintura, é pedir muito para querer ter isso mais vezes?
– Bom dia! - Disse ela com a voz manhosa e abrindo um sorriso preguiçoso, beijei o topo da sua cabeça, a abraçando