Leyla Ylmaz
Assim que terminei de colocar meus pensamentos em ordem, tirei o celular do bolso e disquei o número de Kerem. Depois de alguns toques, ele atendeu com aquele tom caloroso que sempre me fazia sorrir.
— Kerem, obrigada pelas flores! — comecei, tentando manter a voz leve, como se a situação fosse a coisa mais natural do mundo.
Ele ficou em silêncio por um segundo, claramente confuso.
— Flores?— Ele soou surpreso. — Leyla, eu não mandei flores para você.
Meu coração deu um leve sobres