— Você perdeu o resto de sanidade que tinha? — cuspo as palavras, tremendo. — Nós não somos nada! Você não tem direito de me fazer passar essa vergonha! Eu te odeio. Eu odeio cada centímetro seu!
Ele dá um passo, o peito se encostando ao meu.
— Odeia mesmo?
— Odeio! — grito, a voz embargada. —