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Ouço o barulho do interfone e corro para abrir o portão. A Clarinha está ao meu lado, recostada no batente da porta, segurando uma latinha de refrigerante.
— Ele é tão pequenininho — ela murmura. — Dá vontade de guardar num potinho.
Carolina desce devagar, com aquele cuidado que sempre tem, o