Era madrugada quando o celular de Olavo tocou. Meio sonolento, ele pegou o telefone e atendeu.
Olavo: (Com a voz rouca de sono) Alô?
Eduardo: (Ansioso, do outro lado da linha) Pai, Karina começou a sentir as contrações fortes. Já estamos indo para o hospital. Você pode vir pegar o José?
Na mesma hora, Olavo se sentou na cama, despertando Vitória ao seu lado.
Olavo: (Já mais desesperado) Claro, filho, estou indo para lá agora!
Vitória, mesmo sonolenta, olhou para ele e disse:
Vitória: (Com a voz