Me surpreendo ao vê-la entrar na sala. Seu corpo estava coberto de terra, cabelos desgrenhados e braços cortados, com manchas de sangue. Não sabia se era seu próprio sangue ou de outra pessoa.
— Você! – Ela aponta para mim com a mão ferida. – Tão arrogante que nem se preocupa com mais ninguém além de si mesma. Não faço ideia do que está acontecendo lá fora, só voltei para pegar minha carteira!
Seus passos eram desajeitados, como os de alguém embriagado. A mancha de sangue em sua barriga crescia