Enrico Narrando
Cheguei na frente da minha casa e encontrei Ariela já esperando por mim. A primeira coisa que fiz foi perguntar quem tinha permitido sua entrada. O porteiro, ao que parece, estava liberando pessoas sem a minha autorização, e isso não vai ficar assim. Vou chamar a atenção dele, ou melhor, resolver essa questão de uma vez por todas.
Ariela me olhou assustada por um instante, mas logo se recompôs.
— Posso entrar? — perguntou com uma expressão indecifrável.
— Não. Não gosto de rec