— Agora pode ir. — Ele diz, com um sorriso debochado, mas seus olhos continuam carregados de algo que eu não entendo completamente.
Eu fico ali, tentando recobrar os sentidos, meu corpo ainda tremendo, a mente em guerra.
O que estamos fazendo?
O que isso significa?
— Isso não pode se repetir — eu digo, ofegante, a minha mente ainda girando pela intensidade do que aconteceu. O meu corpo ainda responde a ele, mas eu não posso me deixar levar assim. — Foi só agora. Na casa, vamos andar de mãos da