Recobro a consciência quando passamos pela porta do castelo. Resmungo de dor, levando minha mão a cabeça e apertando. Não me sinto nada bem. Meu corpo relaxa um pouco quando escuto o latido fino de Tutty, ainda bem que não deixaram ele lá.
— Me coloca no chão. — Peço a quem me segura.
Percebo que não é meu pai, é um dos guardas dele. Ele me obedece, e quando o faz, quase caio no chão, mas me apoio em seu corpo para ficar de pé. Puxo o ar com força, sem entender o motivo de minha súbita falta de