Perola Campbell
Acordo com o som estridente do meu despertador, gritando no meu ouvido que o dia já amanheceu e preciso levantar, afinal alguém tem que trabalhar nessa casa, esse alguém é obvio que sou eu.
Escuto batidas fortes na minha porta, que sempre está trancada, impedindo que aquele velho entre enquanto estou dormindo, algo nele me dá calafrios.
— Está atrasada — berra do outro lado da porta.
Gemo frustrada e olho para o relógio, não estou atrasado, esse velho quer apenas me atormentar s