Estela
— Ei, acorde... Estela? — uma voz doce chama meu nome e, por um instante, acredito que tudo o que vivi nos últimos meses foi um pesadelo.
Viro o corpo, abrindo os olhos lentamente, mas a teoria do pesadelo cai por terra quando vejo a mesma garota sorrindo de um jeito amigável para mim.
Ela é gentil demais, sorridente demais.
O remédio que a médica me deu diminuiu um pouco as dores que sinto no meu corpo, então consigo me mexer sem sentir que cada membro pesa uma tonelada, mas estou com t