119. Três palavras, sete letras.
Elena Evans.
Meus olhos se abriam a noite inteira. Eu me enrolava com os lençóis de seda, e pestanejava, procurando uma saída. Mas meus pensamentos não me deixavam em paz.
De forma alguma.
Eu precisava continuar a escrever o meu livro. Era uma forma de distrair a minha mente, e não pensar que minha bebê estava nas mãos de uma louca psicótica.
Peguei o caderno, que consegui trazer comigo na fuga, e continuei a escrever.
Talvez isso me ajudasse a esquecer, ou talvez piorasse…
Eu estava escrevend