Capítulo 23
Sofia Bragança
Quando Bruno saiu do quarto para tomar café, esperei alguns minutos, respirei fundo e me levantei. Peguei a coberta manchada de sangue — a marca da minha primeira vez — e levei até o banheiro. Lavei com cuidado, esfregando apenas a parte suja. Não queria que ninguém visse. Era algo só nosso. Íntimo. Sagrado.
Depois de limpa, estendi a coberta na varanda, disfarçadamente, entre outras roupas.
Foi então que ouvi aquele chorinho doce vindo do quarto.
— Mama! —