Capitulo 7

***

Em resposta a sua pergunta, deslizei meus dedos sobre seu corpo e o beijei novamente. Lentamente desceu suas mãos sobre as minhas costas, abriu o zíper do vestido, arrancou o tecido sobre meus ombros e o deixou cair cobrindo meus pés. Afastou-se, fascinado pela lingerie de renda que trazia e que contornava minhas curvas. Fitou-me por alguns instantes, tirou a camisa, abriu o zíper das calças e ficou de cuecas. Era a primeira vez que via o Allexis nu. Apesar da idade tinha o corpo torneado, seu peito me iluminava e sentia vontade de deitar nele.

– Você é linda!

Me senti desejada ao ouvir aquelas palavras. Em um movimento firme, puxou-me pela cintura e nossos corpos colidiram. Tomou meus lábios novamente, desta vez com intensidade e profundidade. Seus dedos percorreram minhas costas, abriu o soutien, chupou meus pequenos mamilos e senti meu mundo girar pelas sensações inexplicáveis que aqueciam minha pele.

Colocou me na cama, tirou minha calcinha e beijou minha intimidade. Depois subiu até aos meus lábios e se colocou por cima. Trémula arranquei suas boxers e senti seu membro enrijecer e tocar meu abdômen. Senti medo! Fechei os olhos e me deixei conduzir. Então, colocou a camisinha e ficou entre as minhas pernas entreabertas.

– Serei gentil!

Sussurrou sob gemidos quentes no meu ouvido.

Um misto de dor e calor invadiu meu corpo, quando senti seu membro atravessar minha intimidade. Rangi os dentes e segurei os lençóis com força. Ele deslizou sobre mim enquanto me beijava e gemia.

– Te amo Ni e prometo cuidar de ti sempre! Sussurrou. Tomou meus lábios enquanto socava minha intimidade lentamente. Meus olhos marejaram de emoção por passar por aquele processo com o homem pelo qual tinha me guardado.

– Te amo All!

Foram as únicas palavras que consegui dizer quando o ouvi atingir sua liberdade. O abracei ao sentir que tremia, já tinha ouvido falar que transar provocava inúmeras sensações, mas naquele momento um turbilhão de sensações confundia minha mente. Quando recuperamos o fôlego, minha cabeça repousava sobre o seu peito enquanto mexia meus cabelos.

– Está tudo bem Ni?

Perguntou beijando meus cabelos. Respondi que sim.

– Como foi para ti?

Perguntei sem ao menos ter ideia do que estava a perguntar. Ele então virou-se e ficou de lado, olhando frontalmente para mim.

– Muito feliz por ter sido o primeiro, espero ser o único homem na tua vida e me permitas ser o pai para a Sophie e o Arthur.

Fitei-lhe e sorri. – Sophie e Arthur?

– Sim os nossos futuros filhos.

Respondeu beijando novamente nos meus lábios. Nosso beijo foi interrompido pelo toque no meu celular. Ao olhar para a tela vi que eram quase nove da noite.

– Oi Mel?

– Ni onde está? O Travis está louco atrás de ti. Vem logo.

– All tenho que ir, o Travis está a minha procura. Prometemos ao papai voltar até as nove.

– Merda, vamos te levo.

Vestimos rápido e quando olhei para a cama fiquei envergonhada ao ver a mancha de sangue. All se colocou na minha frente e me abraçou.

– Não se preocupe com isso. Obrigado por me permitir ser o teu homem.

Beijou os meus lábios calidamente, arranjou-me os cabelos e me levou de volta ao salão. Meu irmão estava impaciente e irritado, mas não se dignou a falar nenhuma palavra. Abriu o carro, entrei e partimos.

– Porra Ni, devia ter me avisado assim não me preocupava.

Disse assim que o carro começou a zurrar pelo asfalto.

– Desculpa Travis.

Perdi a hora. Me desculpei de olhos baixos.

– Claro, fazer amor pela primeira vez exige tempo. Travis me olhou pelo ombro e sorriu.

Me senti envergonhada e virei a cara. Quando chegamos a casa, papai já tinha se recolhido, subi as escadas para o meu quarto e quando ia entrar meu irmão me deteve.

– Ni, sei que as coisas não tem sido fáceis com o pai, mas é para o teu bem. Fico feliz em saber que você e o Blake estão se dando bem, é um bom tipo. Espero que agora que vocês atravessaram o limite...

– Travis!

Arregalei os olhos, me sentia desconfortável falar disso com o meu irmão.

– Ouve Ni!

Insistiu.

– Espero que ele te respeite e cuide de ti. Senão vai se ver comigo. Vem cá!

Meu irmão me puxou para um abraço apertado.

– Minha garota já não é virgem!

Sussurrou!

- Espero que tenham usado camisinha.

Disse depois que me depreendeu. Acenei com a cabeça e entrei no quarto.

Não via a hora de contar as novidades a minha amiga. Assim que pousei a cabeça no travesseiro peguei o celular e vi inúmeras mensagens da Mel.

– Mel, agora posso te contar.

Nos breves instantes que se seguiram, contei sobre minha noite mágica com o All, ouvindo ela fazer piadas doutro lado da linha.

– Foi mágico Mel! O Allexis foi muito gentil e carinhoso.

– Girl, espero que tenham usado camisinha.

– Claro Mel!

Balbuciei. Porque é que todos falam o mesmo como se fossemos crianças. – Bufei mentalmente.

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