Eu zanzava de um lado para o outro, sem saber direito o que pensar. O trabalho podia esperar. Ah, uns minutos a mais uns minutos a menos não mataria ninguém, certo?
Errado.
Mas eu nunca fui tão certinha assim mesmo.
— Se você é eu — sério, Jasmim? —, então eu tenho perguntas.
— Pode perguntar — ela disse, ajeitando a roupa que parecia de hospital e sentando-se na beirada da cama.
Tinha tirado-a do banheiro assim que escovei os dentes e me recuperei do choque ao ver a tatuagem idên