Safira chega.
— Não chegue perto.
— Filha!
— Filha nada, pai. O senhor a viu chamando meu namorado de gatinho. Sou sua filha e não tenho sangue de barata. Carlos, desculpe, mas não quero Safira perto dos meninos.
— Filha!
— Vocês se conhecem?
— Não tenho esse desprazer.
— Safira e eu estudamos juntos. Éramos amigos, mas sua sobrinha nunca aceitou sermos apenas amigos. Então, em relação ao trabalho, o padrinho decide. Mas ela tem que ser profissional, e é a única coisa que teremos.
— Mas, Heitor!
— Mas nada, sobrinha. Conheço essa família há anos e não quero confusão com a menina Ale. Perdoe-me pelos modos dela, menina.
— Você não tem culpa dos modos dela. Só quero ela longe deles!
— Bem, faremos uma experiência, mas, por favor, não misture as coisas, ok?
— Sim, senhor. Perdoe-me.
— Estou de olho em você!
O dia passou rápido e eles estavam prontos para ir para casa. Fariam um churrasco em família, já que os sogros da Ale estavam os visitando por um tempo:
— Bem, crianças, vamos.
— Sim, padrinho.
— S