A luz da lareira projetava sombras dançantes pela suíte, mas meu mundo inteiro estava concentrado no movimento sutil da barriga de Stella, sob minha cabeça. A sensação era quase hipnotizante, como se pudesse sentir a pequena vida dentro dela respondendo à minha presença.
— Ei, pequenina. — murmurei, minha voz carregada de ternura. Minha mão deslizou devagar pela curva suave da barriga dela. — Você não faz ideia de como estou ansioso para te conhecer. Eu penso nisso todos os dias... como vai ser