Vicenzo
Nova York não é uma cidade, é um moedor de carne banhado por luzes de néon. O frio aqui não é como o dos Alpes; é um ar sujo, um vento que se infiltra entre os arranha-céus e corta seu rosto como se quisesse lembrá-lo de que você não pertence a este lugar. Ou talvez seja apenas porque me sinto um intruso. Um homem que cruzou o oceano não para conquistar um império, mas para recuperar os pedaços de um coração que uma mulher decidiu partir por “superação pessoal”.
Passei três dias seguind