Durante alguns minutos, meu pai fica de pé, nos olhando como se estivesse prestes a nos estrangular. No entanto, nenhuma de nós mostra qualquer intimidação. Ele nos lança um olhar assassino, balança a cabeça e sai bufando de raiva.
— Você está bem? — Minha mãe pergunta, segurando-me pelos ombros e me examinando com cuidado. Com carinho, ela enxuga minhas lágrimas e me abraça.
— Sim, mamãe. Não deveria ter feito isso, mas ele passou dos limites.
— Seu pai não é digno do nosso respeito, Ava.