— Eu estou morto. — Ronan suspira dramaticamente, largando os papéis sobre a mesa e reclinando-se na cadeira. Ele passa a mão pelos cabelos e fecha os olhos, como se o peso do mundo estivesse sobre ele. — Sério, como você consegue trabalhar tanto e não surtar?
— Talvez porque eu amo o meu trabalho? — respondo, mantendo meu tom calmo, sem desviar o olhar dos relatórios à minha frente.
— Isso não é amor, primo, é obsessão. Coitada da Parks, tendo que te aturar todos os dias. Aliás, onde ela está?