218. Um insano precisa de alguém louco
Kenneth
— Tire esse sorriso do rosto — peço o empurrando pelo ombro, já que seus braços envolvendo a minha cintura não me permitiriam fazer outra coisa. Usa bastante força nisso.
— Sua mãe é um amor — me diz, porém, o que enxergo em seus olhos não condiz em nada com a inocência de suas palavras. Conheço bem o homem no qual estou sentado. — Sua sobrinha é uma fofa. Entendo porque quer ter filhos.
— Te falei várias vezes que crianças são incríveis — pontuo e ele ri, aproveitando a abertura para a