Minha mão voa para impedir que a porta bata com força, e então vou na ponta dos pés até a entrada dos funcionários da cabine principal, com o sangue latejando em meus ouvidos. Como sempre, a porta está entreaberta para me permitir acesso fácil e bem-vindo ao espaço de Diego. Só agora suspeito que se Diego soubesse que estou aqui, não estaria falando tão abertamente. O que me dá arrepios, porém, é a parte de “fazer o que precisa ser feito”.
O que exatamente “deveria ser feito” com a mulher que o