— Como prefere que eu te chame daqui para frente? — André segurava o corpo de Samara enquanto ambos dançavam lentamente no meio da pista. Ela levantou o olhar e teve que inclinar um pouco o pescoço para olhá-lo fixamente.
— Gosto de "mon amour", ou "a própria vida que respiro" ou... — uma risada cínica ecoou na boca de André.
— Não sonhe tanto... também não gosto dessa m*** de cursileria...
Samara sorriu, mas ao mesmo tempo negou, cobrindo-lhe a boca.
— Não há necessidade de usar palavrões, e t