Aurora
Naquela noite, demorei a pegar no sono.
Não por ansiedade.
Mas porque, pela primeira vez em muito tempo, meu coração parecia leve.
Leon beijara minha testa.
Era um gesto tão simples.
E, ainda assim, havia conseguido bagunçar todos os meus pensamentos.
Fechei os olhos.
Sem perceber, sorri.
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Na manhã seguinte, fomos acordados pelo celular de Leon.
Ele tateou o criado-mudo, atendeu ainda com a voz rouca de sono e sentou-se na cama.
— Bom dia, mãe.
Sorri discretamente.
Só podia ser Cecíli