Ao ouvir a palavra "casa", Isabela sentiu uma pontada no peito.
Era uma dor discreta, mas persistente, que se espalhava devagar e a deixava profundamente inquieta.
Casa deveria ser um lugar seguro.
Mas ali, naquele momento, ela não se sentia segura de forma alguma.
Tinha a impressão de estar sendo arrastada para o centro de um enorme redemoinho, sem ainda saber o que aquilo acabaria significando para ela.
E odiava aquela sensação.
Odiava de verdade.
— Belinha.
— Eu sinto que estou ficando sem...