O ar ainda estava pesado.
Carregado pela tensão que permanecia suspensa…
E impregnado pelo cheiro forte de gasolina que Cristiano havia deixado para trás.
Dentro do carro.
Por reflexo, Cristiano estendeu a mão para segurar a de Isabela.
Mas ela se afastou imediatamente.
Os dedos dele se fecharam no vazio.
E o coração… Parecia ter perdido um pedaço.
Ficou oco. Dolorido.
— Naquele ano em que você morou na mansão… — Ele perguntou, com a voz baixa. — Ela costumava tentar te agredir com frequência?
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