você veio, filha... você vai me ajudar.
A respiração era ofegante e nada silenciosa num quarto mal acabado em paredes de madeira caindo aos pedaços. A chuva tórrida que caia naquela manhã levemente mais gelada que o habitual o fazia tremer de frio, especialmente por causa do telhado cuja as goteiras o impediam de se sentir tranquilo. O homem deitado na cama como um invalido avaliava se valeria a pena sentir tanta dor por um copo de água que uma boa alma o havia servido, mas que deixou distante demais para que ele pudesse alcançar.
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