Dravos não usou mais palavras. Ele envolveu o pescoço de Vargas com a pata de unhas de obsidiana e puxou o traidor para cima com facilidade biológica inaudível. Com um único golpe de suas presas duplas em sabre, ele mordeu a garganta do ancião vampiro, extraindo um jorro espesso e escuro do sangue de linhagem pura que espalhou-se pela blusa preta de gola alta e pelo meu próprio rosto.
Dravos esvaziou a vitalidade imortal de Vargas em meros segundos rítmicos de sucção selvagem, e com um moviment